terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Sentada no meu pedestal, intocável, finjo que nada do que fazes ou dizes me afecta.


Mas cada dia que passa tu insistes em tornar o meu suporte mais pequeno!


Insistes em desgastá-lo como se te desse prazer saber que se vai tornar num pedículo...


Um pedículo tão pequeno k poderá facilmente ser atingido por qualquer destroço patético!


Por qualquer pedaço de saudade, de ânsia, de fadiga...


Qualquer pedaço de um passado que um dia partilhei contigo!


PÁRA!



Grito para dentro na esperança que ninguém me ouça.


Já não me queres para ti, consigo senti-lo.


Vai!


Deixa-me aqui sozinha...


Sozinha no meu pedestal, nesta praça onde ninguém me poderá encontrar!


Nesta que é a minha vida...


Vazia!


Vazia como tu a deixaste.


Deixa-me dizer-te que me fazes mal!


Que és o meu tudo e o meu nada!


Percebe que trocaria a minha vida por um só suspiro.


O teu suspiro... (Quando souberes k me mataste!)

1 comentário:

Anónimo disse...

Só uma palavra:
identifiquei-me!